sábado, 25 de dezembro de 2010

Arnaldo Antunes - Ao Vivo Lá Em Casa





O cantor, compositor e poeta Arnaldo Antunes levou o conceito de “festa no apê” às últimas consequências. Juntou sua banda com cinco músicos, recebeu Jorge Ben Jor, Erasmo Carlos e Fernando Catatau e tocou para 150 convidados na casa em que vive com a família em São Paulo. A apresentação foi gravada no dia 9 de agosto, e o resultado é o CD e DVD Ao Vivo Lá em Casa.

– Sempre faço reuniões com música na minha casa, mas nunca nada desse porte – diz Antunes. – Eu tinha esse desejo há anos, desde que me mudei para esta casa. Aí, quando surgiu a oportunidade de registrar esse show (do disco Iê iê iê, de 2009), resolvi viabilizar isso.

Como os Rolling Stones fizeram no disco Exile on Main St. (1972), gravado na residência do guitarrista Keith Richards, Antunes precisou adaptar a disposição dos cômodos da sua casa para o registro.

– Foi uma loucura, tivemos de nos mudar por quatro ou cinco dias. Os quartos dos meus filhos viraram camarim e sala de comando. Precisaram tirar algumas telhas para passar os cabos, estacionaram um caminhão com gerador na porta de casa – relembra.

A laje da edícula, nos fundos, serviu de palco para os músicos. Além dos convidados especialíssimos – “Não é todo dia que você reúne Jorge Ben e Erasmo Carlos na sua casa”, gaba-se –, Antunes juntou uma banda de primeira, com talentos da nova geração, como Marcelo Jeneci (teclados) e Curumim (bateria), além do seu contemporâneo Edgard Scandurra (ex-Ira!), com quem faz parceria desde seu primeiro disco solo.

Fora do repertório de Iê iê iê, há Quando Você Decidir (de Odair José), As Árvores (parceria de Antunes com Jorge Ben) e Já Fui uma Brasa (dos Demônios da Garoa), entre outras pérolas.



1. Já Fui Uma Brasa
2. Iê Iê Iê
3. Vem Cá
4. Essa Mulher
5. Americana
6. A Casa é Sua
7. Invejoso (com Fernando Catatau)
8. Consumado
8. Um Quilo
10. Longe
11. Envelhecer
12. Pra Quietar
13. As Árvores (com Jorge Benjor)
14. Cabelo (com Jorge Benjor)
15. Meu Coração
16. Sua Menina
17. Sou Uma Criança e Não Entendo Nada (com Erasmo Carlos)
18. Jogo Sujo (com Erasmo Carlos)
19. Quando Você Decidir
20. Sim ou não
21. Vou Festejar
22. O Que Você Quiser
23. Cachimbo
24. Já Fui Uma Brasa





Download: Ao Vivo Lá em Casa





quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Palavra (En)cantada



Palavra (En)cantada, documentário dirigido por Helena Solberg, discute a relação entre música e poesia no Brasil

Em um país com uma forte cultura oral como o Brasil, a música popular pode ser a grande ponte para a poesia e a literatura. O interesse em promover o debate e a reflexão sobre esse tema foi o ponto de partida do novo filme de Helena Solberg: o documentário Palavra (En)cantada. Dois anos depois de muita pesquisa e a filmagem de entrevistas em maio e junho de 2007, o longa chega aos cinemas em março de 2009.

O filme conta com a participação de Adriana Calcanhotto, Antônio Cícero, Arnaldo Antunes, BNegão, Chico Buarque, Ferréz, Jorge Mautner, José Celso Martinez Correa, José Miguel Wisnik, Lirinha (Cordel do Fogo Encantado), Lenine, Luiz Tatit, Maria Bethânia, Martinho da Vila, Paulo César Pinheiro, Tom Zé e Zélia Duncan. A maioria das entrevistas foi feita em casa e alguns deles cantaram e tocaram canções especialmente para o documentário, fato que realça a atmosfera intimista do longa-metragem.

Depoimentos surpreendentes e belo repertório - O roteiro doPalavra (En)cantada tem sua narrativa construída na costura de depoimentos, performances musicais e bela trilha sonora. A abertura do filme é surpreendente, com Adriana Calcanhotto cantando, em franco-provençal, versos de Arnaut Daniel, poeta provençal do século XII, considerado um dos maiores da história, um artesão da integração entre palavra e som.

A partir da idéia sugerida por Lenine, de que os compositores brasileiros são descendentes diretos do trovador, o filme lança olhar sob diversos aspectos da formação cultural brasileira. Dos intérpretes que declamam poesia nos palcos aos cantadores nordestinos que improvisam diversos gêneros na viola, passando pelo Rap que, segundo o rapper Ferréz, "é uma mera continuação do cordel", Palavra (En)cantada é uma reflexão sobre a tradição oral e a diversidade cultural brasileira, resultado do cruzamento entre as culturas erudita e popular. 

'Criou-se no Brasil uma situação que não existe em nenhum outro país: uma canção popular fortíssima, que ganhou uma capacidade de falar e cantar para auditórios imensos, e levar para esses auditórios poesia de densa qualidade, com a leveza que a canção tem', observa no filme o músico e professor de literatura da USP, José Miguel Wisnik.

Poetas-letristas, autores de livros que tornaram-se compositores, poetas que tentam usar a música para ganhar mais dinheiro, poetas do morro, tudo isso é assunto doPalavra (En)cantada. O filme é costurado por passagens instigantes, como a declarada rejeição de Chico Buarque ao título de poeta, e emocionantes, como as imagens captadas de Hilda Hilst pouco antes da sua morte, reclamando que os poetas não são valorizados no Brasil e contando que, para ganhar mais dinheiro, pediu para Zeca
Baleiro musicar seus poemas.

Filme é rico em imagens raras - Palavra Encantadaapresentará imagens inéditas no Brasil, como a encenação deMorte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto, no Festival de Teatro Universitário de Nancy, na França, em 1966. Merecem destaque também imagens raras, que foram restauradas pela produção do filme, de Dorival Caymmi, nos anos 40, cantando e tocando O Mar ao violão. A canção, feita em Itapuã em 1937, foi escolhida pelo próprio compositor como a mais representativa do conjunto de sua obra.

O documentário também resgata um depoimento histórico de Caetano Veloso no Festival da Record, em 1967, logo após cantar Alegria, Alegria. Nele, Caetano fala de sua inspiração ao compor a música e ressalta a liberdade no uso da guitarra na música brasileira: “No Rio de Janeiro, disseram “Caetano vai usar guitarra numa música, quando chegar na Bahia vai tomar uma surra de berimbau”. O que eles não sabiam é que os baianos estão além!”.

Ponto de partida - A idéia do projeto surgiu há mais de três anos. No começo de 2005, Marcio Debellian, autor do argumento do filme, apresentou um projeto à Bienal do Livro para realizar pocket-shows de música e poesia durante o evento. O objetivo era mergulhar no universo particular de grandes compositores brasileiros, seus livros e autores preferidos, e como a relação de cada um com a poesia / literatura influenciava o seu processo criativo. O conceito do projeto era trazer música, leitura de poesia e bate-papo para espetáculos pequenos, de atmosfera intimista. Mas acabou crescendo e se transformando em um longa-metragem.

“O mergulho nesta pesquisa trouxe à tona assuntos que iam além do impulso criador de nossos artistas, e que falavam de aspectos significativos da formação cultural brasileira. Achei que o assunto merecia ser documentado”, diz Marcio. Ao final de 2005, Marcio Debellian e a Radiante Filmes, produtora de Helena Solberg e David Meyer, celebraram um acordo para a produção do filme. Um ano depois, haviam viabilizado os recursos para início das filmagens. 




Download:  Palavra (En)cantada Parte 01
                  Palavra (En)cantada Parte 02
                  Palavra (En)cantada Parte 03
                  Palavra (En)cantada Parte 04
                  Palavra (En)cantada Parte 05





terça-feira, 30 de novembro de 2010

Academia da Berlinda - Olindance (2011)




Com o intuito de trazer à tona os ritmos calientes das Américas do sul e Central misturando num só caldeirão, com a raiz das músicas do norte e nordeste do Brasil, a ACADEMIA DA BERLINDA lançou em 2007 seu primeiro CD autoral. O disco contou com as participações mais que especiais de Jorge Dupeixe(Nação Zumbi), Fred 04 e Júnior Areia(Mundo Livre S/A), China, Maria Laurentino(compositora de coco em olinda), além do DJ Bruno Pedrosa que remixou uma das faixas.Cumbia com coco, Merengue com carimbó e ciranda com maxixe essa essência é o resultado das inúmeras influências sonoras que cada integrante do grupo trouxe ao trabalho.

.

Formada por músicos que também compõem outros importantes grupos da cena pernambucana, como Mundo Livre S/A, Eddie, DJ Dolores e Orquestra Contemporânea de Olinda, a Academia da Berlinda bebe da fertilidade musical de Arcoverde(PE), cidade natal do compositor Tiné; e Olinda, que é o berço dos outros seis integrantes do grupo. Cidades inspiradoras para as canções que em suma retratam do cotidiano desstas cidades e da paixão dos integrantes pela valorização do verdadeiro mundo romântico.

.
Nos primeiros dias de dezembro de 2010, o grupo lançará em uma ação de marketing virtual, simultaneamente em mais de 200 blogs especializados em música de todo o mundo, o download do seu segundo CD intitulado de “OLINDANCE” (Independente), cada vez mais dançante, cada vez mais original e cada vez mais, buscando a popularização e a valorização de ritmos tradicionais cultuados nos diversos centros musicais das américas como a cumbia e o bugaloo colombiano e argentino, a jovem guarda, a guitarrada e o maxixe paraense, o frevo e o coco pernambucano, bem sintetizados em arranjos contemporâneos e com temáticas que invadem o nosso cotidiano e enaltece a adoração à mulher, como a ela deve ser...
.
CD 2011 - "OLINDANCE"
O grupo veio concebendo seu segundo trabalho em estúdio próprio montado na cidade alta de Olinda desde o fim de 2009 .
Em Janeiro de 2010, o grupo lançou o single “Bem Melhor”, gravado nos Estúdios TRAMA para o programa '12h no estúdio"(canal multishow), o que já dava uma mostra do que viria por aí: Um disco dançante com temáticas que vão da valorização da mulher no cotidiano de uma família e das relações, bem como, sobre o cotidiano de trabalho de cada brasileiro, seja na classe artística ou em qualquer atividade que tem como principais objetivos a satisfação pessoal no Brasil afora.
“Olindance” contou com sessões de gravações também no Fábrica Estúdios e Das Cavernas em Recife, além da mixagem no Studio Mundo Novo sob o comando de Buguinha dub e masterização de Gustavo Lenza, nos Estúdios da YB!. 

1. Bem Melhor
2. Melo do Meninão
3. Cumbia da Praia
4. O Gole
5. Primeiro Plano
6. Lua
7. A Gringa
8. E então
9. Fui Humilhado
10. Berlinman
11. Filhinho
12. Lágrimas
13. Tapete Vermelho
14. Praia da L

DownloadOlidance (2010).rar
Link Alternativo (2011): Olindance (2011)




quarta-feira, 24 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Fela Kuti - Fela Fela Fela (1969)



O estilo musical de Fela Kuti é chamado Afrobeat, o que essencialmente é uma fusão de jazz, funk e cantos tradicionais africanos. Possui percussão de estilo africano, vocais e estrutura musical que passa por jazz e seções de metais funky. O "endless groove" também é usado, com um ritmo básico com baterias, muted guitar e baixo que são repetidos durante a música. Essa é uma técnica comum na África e em estilos musicais influenciados por ela, como o funk e o hip-hop. Alguns elementos presentes nas músicas de Fela são chamados de call-and-response (chamada e resposta) com o coro e alguns simples mas significativos rifes. A música de Fela quase sempre tem mais do que dez minutos, alguns atingindo a marca de vinte ou trinta minutos. Essa é uma das muitas razões que sua música nunca atingiu um grau de popularidade substancial fora da África. Sua música era mais tocada em línguas nigerianas, além de algumas músicas tocadas em ((Yoruba)). Os principais instrumentos de Fela, era o saxofone e o teclado, mas ele também tocava trompete, guitarra e ocasionalmente solos de bateria. Fela se recusava a tocar músicas novamente após já tê-la gravado, o que por sua vez retardos sua popularidade fora d África. Fela era conhecido por sua performance, e seus concertos eram tidos como bárbaros e selvagens. Ele referência sua atuação como um jogo espiritual underground.


1. My Lady Frustration
2. Viva Nigeria
3. Obe
4. Ako
5. Witchcraft
6. Wayo
7. Lover
8. Funky Horn
9. Eko
10. This is Sad



Download: Fela, Fela, Fela


sábado, 6 de novembro de 2010

Cohen e Marcela: Mim, Um Disco Romântico



Cohen e Marcela em: ‘Mim, um disco romântico’.
A dupla surgiu da parceria entre a baiana Marcela Bellas e o paulistano Daniel Cohen. Tendo o amor como tema principal, as músicas refletem a empatia imediata que fez nascer a amizade entre eles: “O disco narra o cotidiano de um casal, amando na cidade, nos parques, no metrô, em passeios de bicicleta…Dessa mistura inesperada de concreto e mar, surgiu uma música urbana e praieira”, diz a baiana.
Influenciados pela música dos anos 60, 70 e 80, pelo amor cantado por Marina Lima e Herbert Vianna, e inspirados em duplas como Jane e Herondy, Leno e Lilian e Caetano e Gal, surgiu a vontade de gravar algo paralelo a seus projetos individuais (Marcela, com o comentado disc‘Será que Caetano vai gostar?’, lançado há um ano, e Daniel liderando a banda mão de oito, também na estrada com o EP ‘Vim’).
O resultado é uma música enxuta, minimalista e essencialmente brasileira, com toques marcantes de rock, jazz e pop. Com vozes em sintonia, ele na guitarra e ela nos teclados, o som da dupla se completa com o baixo de Samuel Bueno e a bateria de Marcos Magaldi. Produzido por Filipe Tixaman, o disco facilmente faz lembrar encontros, como os que acontecem na praça que separa as casas de Cohen e Marcela no bairro da Lapa, em São Paulo.
Bia Barreto



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Três Meninas do Brasil


Uma é maranhense, a outra carioca, a outra mezzo baiana, mezzo mineira. Juntas, Rita Ribeiro, Teresa Cristina e Jussara Silveira formam as Três Meninas do Brasil, uma viagem pela diversidade da música feita nos quatro cantos do país, com direção musical de Jaime Alem, maestro de Maria Bethânia há quase duas décadas. O espetáculo registrado no dia 24 de agosto de 2008, no Teatro Municipal de Niterói, sai agora, em CD e DVD, pela Quitanda, selo de Maria Bethânia.
As três cantoras – donas de longas e sólidas carreiras – dispensam apresentações. Jussara Silveira, mineira de nascimento, mas naturalizada baiana, passeia pelas nuances da canção popular mais sofisticada. Arnaldo Antunes a define como uma intérprete “de densidade emocional extrema, que não deságua em dramaticidade”.
A maranhense Rita Ribeiro traduz, em sua música, uma mistura de MPB, cultura pop e a chamada “música popular de raiz” - o que já lhe rendeu uma indicação ao Grammy Awards. Seu quarto e mais recente disco - Tecnomacumba – é um bem-sucedido mergulho nas influências das religiões africanas na música brasileira.

Já a carioca Teresa Cristina construiu sua premiada carreira na fronteira criativa entre as diferentes vertentes do samba e a música popular de raiz. É uma das mais elogiadas intérpretes do mestre Paulinho da Viola. O trabalho ao lado do Grupo Semente teve forte influência na revitalização da Lapa carioca. Pelo seu segundo cd "A vida me fez assim", Teresa Cristina ganhou o prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte. 


A semente de Três meninas do Brasil nasceudo interesse de Teresa Cristina e Rita Ribeiro em compor algumas canções em parceria. Já nos primeiros encontros das duas, surgiu a idéia de um show em trio e a decisão de convidar Jussara Silveira para ser o terceiro vértice do triângulo musical. “Além de gostar do trabalho delas, de ser fã mesmo, de admirá-las e respeitá-las como artistas, eu sou amiga de ambas, tenho intimidade e, por isso, sempre quis fazer algo junto com elas”, explica Teresa Cristina.

“Como Jussara e Teresa estavam ocupadas com outros compromissos, tomei a iniciativa de elaborar o projeto, marquei uma reunião com Teresa e convidei Jean Wyllys a formatar o projeto conosco”, continua Rita Ribeiro.

“Jean acabou assumindo a direção artística do espetáculo que originou estes cd e dvd, mas precisávamos de um diretor musical que traduzisse nossas convergências e divergências musicais. Aí, a Rita sugeriu o nome do maestro Jaime Alem e nós aprovamos na hora. E tivemos a sorte de ele aceitar”, completa Jussara Silveira. “Aceitei o convite porque reconheço o talento e a seriedade das meninas. E porque achei que o encontro delas seria lindo e memorável”, acrescenta o maestro.


O repertório do show reflete a diversidade cultural do trabalho das três cantoras e faz um passeio pela riqueza da música brasileira, colocando lado a lado clássicos com canções pouco conhecidas. Convivem em harmonia Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Antônio Vieira, Sérgio Sampaio, Carlinhos Brown, Zeca Baleiro, Chico Buarque, Caetano Veloso, Zé Ramalho e Tom Zé, entre outros. Há também composições próprias e um resgate de sucessos considerados mais populares, como Pôxa, de Gilson, e Impossível Acreditar Que Perdi Você, de Márcio Greyck.

O roteiro inclui ainda uma homenagem aos Tincoãs (grupo vocal composto pelos baianos Mateus, Dadinho e Heraldo que, nos anos 1970, fizeram relativo sucesso entoando músicas inspiradas nas religiões afro-brasileiras) e ao Trio Nordestino, também composto por três músicos baianos.
A banda pilotada pelo maestro Jaime Alem é formada por Rômulo Gomes (baixo e vocais), Cláudio Brito e Thiago da Serrinha (percussão), Marcelo Costa (bateria e percussão), além de Israel Dantas (violões, guitarra e cavaquinho). A direção do DVD é de Daniel Ferro e Rafael Mellin.



Download: Três Meninas do Brasil.rar

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Bob Dylan - The Best Of Original Mono Records (2010)


01. Song To Woody
02. Blowin’ In The Wind
03. The Times They Are A Changin’
04. Chimes of Freedom
05. It Ain’t Me Babe
06. Subterranean Homesick Blues
07. Mr. Tambourine Man
08. Like A Rolling Stone
09. Tombstone Blues
10. Positively 4th Street
11. Rainy Day Women #12 & #35
12. Just Like A Woman
13. I Want You
14. I’ll Be Your Baby Tonight
15. All Along The Watchtower





Download: Bob Dylan

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Easy Star All-Stars - Dubber Side Of The Moon (2010)





Após outra celebre turnê mundial, o Easy Star All-Stars estão voltados para o lançamento do Dubber Side of the Moon. Inspirados pela crescente cena do Dub e visionários como Adrian On-U Sound Sherwood e Mad Professor, o Easy Star All-Stars compilou o remix final do seu Dub Side of Moon. Cada faixa tem um produtor de Dub exclusivo, que vão explorar cada faixa desse tributo reggae ao Dark Side of Moon, do Pink Floid.


Download: Easy Star All-Stars-DSOM



segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Festa Na Baixa Funda



A Baixa Funda completou um ano de existência no dia 21/10/2010, e não poderia faltar uma grande festa de comemoração daqueles que fazem e inspiram esse blog. A grande reunião aconteceu no Sítio Riacho do Meio em Barbalha-Ce, tendo como anfitrião nosso grande Thiago Luna. 
Fomos contemplados pela reunião de grandes amigos vindos de Salvador, Recife, Fortaleza e do Cariri, sendo esta a primeira reunião dos Babilônicos após o término da faculdade. Não podendo deixar de citar a presença dos Neobabilônicos e de todos os agregados.
Foi uma celebração da amizade e da alegria, com uma seleção feita humildemente por mim e postada agora para todos.
Agradeço e um forte abraço Babilônico!!


Ass: Thiago Leal


Download:  
Festa Na Baixa Funda Parte 01
Festa Na Baixa Funda Parte 02

Festa Na Baixa Funda Parte 03
Festa Na Baixa Funda Parte 04

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Edgard Scandurra - Ao Vivo (2010)



Ao Vivo é o mais novo trabalho de um dos maiores guitarristas do Brasil: Edgard Scandurra. O compositor que é responsável por diversos sucessos do Ira!, grupo que integrou por 25 anos, mostra que continua mais vivo que nunca dentro da música. Seu DVD Ao Vivo, gravado no Teatro Fecap (São Paulo), traz referências diversas no repertório de 18 faixas. Desde coisas menos populares do Ira! (exceto por Tolices) a canções do Benzina (seu projeto de música eletrônica), do Amor Incondicional (seu último disco-solo), versões para The Who (Our Love Was) e Guilherme Arantes (Meu Mundo e Nada Mais). Para mostrar que a criatividade é uma das marcas registradas de Scandurra, o DVD traz três faixas inéditas: A Dança do Soldado, Kaput e Não Precisa Me Amar. Scandurra divide o resultado do sucesso do trabalho com o filho Daniel Scandurra (baixo), Dustan Gallas (teclado), Felipe Vieira (bateria), Marisa Brito (vocal), Juliana R. (vocal), além dos convidados especiais: Charlie Crooijmans (Our Love Was), Fernanda Takai (Tolices), Bárbara Eugênia (Culto de Amor), Zélia Duncan (Abraços e Brigas), Jorge Du Peixe (Você Não Sabe Quem Eu Sou) e Guilherme Arantes (Meu Mundo e Nada Mais). 


Download: Ao Vivo

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Five Alarm Funk - Anything is Possible (2010)




Imagine-se sozinho em uma praia, o sol em seus olhos, o vento em seu cabelo. Seu olhar percorre a extensão de areia antes de você, revelando um gorila de costas com salpicos prateados. De repente, de fora das ondas, sai do corpo, elegante e brilhante de um grande tubarão branco, suas mandíbulas nuas para revelarem fileiras de dentes afiados. As duas bestas poderososas têm apenas um momento antes de colidir. Um momento para perguntar: "Como isso pode estar acontecendo?"

Bem-vindo ao litoral ensolarado de Five Alarm Funk, onde tudo é possível.

Este album, abrangendo, groove-transzonais, é o terceiro da banda e revela 14 canções de energia desenfreada. Primeira faixa do álbum, Infernal monologue, começa com um coro angelical de crianças antes de rapidamente mover-se em inspiração clássica heavy prog-rock. De lá, o partido começa começou com alguns funks de raiz com Zenith Escalator, antes de voltar a dirigir o mundo dos ritmos e queimar o Oriente Médio em Titã. Influências tão diversos como Frank Zappa, Yes, J.S. Bach e Antibalas, todos fazem uma aparição anter de terminar o Anything is Possible.
Five Alarm Funk é um megafone de potência, abastecido percussão, agressão sonora e visual. Por mais de seis anos, a banda trouxe seu show ao vivo incansável e inesquecível para os clubes e festivais importantes em todo o Canadá e os Estados Unidos. Depois de mais de 300, alguns destaques são: Vancouver Jazz Festival, Festival de jazz de Toronto, Ottawa Blues Fest, Shambhala, Sunfest em Londres, Ontário, Angra Ness Festival, em Saskatchewan, Meltdown Summer em Washington, a Keelung Mid-Summer Festival, em Taiwan, e numerosos shows no Ballroom Commodore em Vancouver.

Recentemente a banda teve uma série de performances para os Jogos Olimpicos / Whistler Vancouver 2010. Minutos depois, o Canadá foi condecorado com a medalha de ouro no hóquei em Five Funk Alarms subiu ao palco na Casa de Hóquei e fez uma multidão delirar.

Download: Five Alarm Funk - Anything is Possible [2010].rar



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Di Freitas




Com direção musical do pianista Lincoln Antônio, neste CD o compositor e instrumentista cearense Di Freitas toca violão, violoncelo, rabeca e outros instrumentos que criou a partir de um trabalho de pesquisa e experimentação musical com materiais alternativos desenvolvido há anos na cidade de Juazeiro do Norte (CE). O disco conta com catorze faixas: doze composições de Di Freitas e as versões para as músicas Vaca Estrela e boi Fubá, de Patativa do Assaré; e Juazeiro, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. O CD também conta com os músicos Éder “O” Rocha (percussão), Filpo Ribeiro (viola e rabecas) e Ari Colares (percussão), e a participação especial da cantora Juliana Amaral.


Download: O Alumioso

Ajude o artista. Compre o cd aqui: Loja Sesc








Francesca Della Monica & Di Freitas : Encontros ultra-musicais Nas grandes veredas das metrópoles e sertões

Toda vez que diferentes culturas musicais se encontram e dialogam entre si, via de regra, algo de novo e belo irrompe. Isso vem ocorrendo no curso da história de nossa vida musical, anfitriã generosa de várias culturas advindas de múltiplos lugares e etnias, frutificando novas linguagens e expressões da arte musical em nosso país.

Isto ocorre, precisamente, com o encontro de dois entes musicais de extraordinária sensibilidade, saídos de dois domínios tão diversos (o mundo da tradição e o da contemporaneidade), e, a um só tempo, revelador de tantas afinidades estéticas: o músico e luthier cearense Francisco Di Freitas e a musicista e cantora italiana Francesca Della Monica.

Di Freitas se notabiliza por sua perfomance na família das cordas (rabecas, violinos, violas e cellos), em instrumentos por ele mesmo criados mediante uma delicada artesania, usando como corpo de ressonância, cabaças colhidas da inóspita vegetação nordestina.

Francesca é considerada uma das vozes mais originais no panorama da música experimental italiana, tendo já trabalhado, inclusive, com o americano John Cage, célebre pelo experimentalismo no mundo da música alheatória, importante fonte de inspiração para seus exercícios da liberdade total e da imprevisibilidade composicional, onde a causalidade da organização do som e do silêncio é substituída pela casualidade.

Eis o fruto novo colhido no campo deste grande encontro:

- Improvisos entretecendo belas texturas musicais, pelo uso vocal/instrumental de climas timbrísticos, criando paisagens sonoras, tendo como chão, ora músicas do nosso acervo e cancioneiro popular, como o Trenzinho Caipira de Villa Lobos, e Asa Branca de Luiz Gonzaga, dentre outras, ora movimentos melódicos modais, vocalises expressionistas, bem como tapetes sonoros tecidos pela textura coral e ritmos de vozes e instrumentos percussivos, em movimentos pontilhísticos, seja no interior do código da linguagem tonal, seja pela liberdade de saltos intervalares para aquém ou além do tonalismo; - momentos densos obtidos pela sonoridade dramática que Francesca imprime na sua voz, tendo como contraponto a dramaturgia do texto enunciado pelo ator Cacá de Carvalho, inspirado no imaginário roseano de Grande Sertão: Veredas.

Talvez resida aqui a força mágica deste grande encontro provocado por duas almas artísticas de extrema sensibilidade: sons advindos dos grotões mais profundos de nosso interior sertanejo, dialogando com o material sonoro da modernidade urbana contemporânea.

Talvez resida aqui o desafio maior deste grande encontro: o convite para trilharmos um mundo de ambivalências, levando-nos a novas experiências estéticas, em um grande exercício de escuta diversificada, pela coexistência de mundos aparentemente tão diferentes: o familiar/ o estranho; o perto/ o longínquo; o rústico/ o sofisticado; o popular/ o erudito; o tradicional/ o experimental; o sertão/ a metrópole.

Consiglia Latorre
Download:UltraExistir

domingo, 19 de setembro de 2010

Saravah Soul - Cultura Impura (2010)


“Meia-brasileira, meio britânico Saravah Soul com sua própria mistura especial de ritmos afro-brasileiros, 60′s soul e afrobeat. Seu primeiro álbum foi uma sensação internacionalmente aclamada, turnê que os levou por toda a Europa e Brasil com um show intenso, vivo bem afinados, liderada pelo vocalista Otto Nascarella . Uma profunda viagem ao seu som bastante original, Saravah Soul é uma fenomeno musical que deve ser visto e ouvido para ser acreditado!”

Com direito a "Fire" de jimi james marshall em forma de maracatufrevoafrobeatfunk'roll
disco selado pela vanguardista londrina TruTroughts. isto indica a mais absoluta procedência. pernambucanos se sentiram chegados ao som. por sinal até acho que esse Otto Nascarella seja recifense por causa do sotaque. taí, o segundo disco deles!


01 - Janaina
02 - Funk De Umbigada
03 - Cachorro Da Igrejinha
04 - Mussum
05 - Milk and Mangoes
06 - Alforria (Album Version)
07 - Da Ne Mim
08 - Fire
09 - Mestico
10 - Se Da Do
11 - Seu Problema
12 - The Truth Is Hard To Come By


Post extraido do exelente Blog: http://traficoilegaldemusica.blogspot.com/