terça-feira, 30 de novembro de 2010

Academia da Berlinda - Olindance (2011)




Com o intuito de trazer à tona os ritmos calientes das Américas do sul e Central misturando num só caldeirão, com a raiz das músicas do norte e nordeste do Brasil, a ACADEMIA DA BERLINDA lançou em 2007 seu primeiro CD autoral. O disco contou com as participações mais que especiais de Jorge Dupeixe(Nação Zumbi), Fred 04 e Júnior Areia(Mundo Livre S/A), China, Maria Laurentino(compositora de coco em olinda), além do DJ Bruno Pedrosa que remixou uma das faixas.Cumbia com coco, Merengue com carimbó e ciranda com maxixe essa essência é o resultado das inúmeras influências sonoras que cada integrante do grupo trouxe ao trabalho.

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Formada por músicos que também compõem outros importantes grupos da cena pernambucana, como Mundo Livre S/A, Eddie, DJ Dolores e Orquestra Contemporânea de Olinda, a Academia da Berlinda bebe da fertilidade musical de Arcoverde(PE), cidade natal do compositor Tiné; e Olinda, que é o berço dos outros seis integrantes do grupo. Cidades inspiradoras para as canções que em suma retratam do cotidiano desstas cidades e da paixão dos integrantes pela valorização do verdadeiro mundo romântico.

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Nos primeiros dias de dezembro de 2010, o grupo lançará em uma ação de marketing virtual, simultaneamente em mais de 200 blogs especializados em música de todo o mundo, o download do seu segundo CD intitulado de “OLINDANCE” (Independente), cada vez mais dançante, cada vez mais original e cada vez mais, buscando a popularização e a valorização de ritmos tradicionais cultuados nos diversos centros musicais das américas como a cumbia e o bugaloo colombiano e argentino, a jovem guarda, a guitarrada e o maxixe paraense, o frevo e o coco pernambucano, bem sintetizados em arranjos contemporâneos e com temáticas que invadem o nosso cotidiano e enaltece a adoração à mulher, como a ela deve ser...
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CD 2011 - "OLINDANCE"
O grupo veio concebendo seu segundo trabalho em estúdio próprio montado na cidade alta de Olinda desde o fim de 2009 .
Em Janeiro de 2010, o grupo lançou o single “Bem Melhor”, gravado nos Estúdios TRAMA para o programa '12h no estúdio"(canal multishow), o que já dava uma mostra do que viria por aí: Um disco dançante com temáticas que vão da valorização da mulher no cotidiano de uma família e das relações, bem como, sobre o cotidiano de trabalho de cada brasileiro, seja na classe artística ou em qualquer atividade que tem como principais objetivos a satisfação pessoal no Brasil afora.
“Olindance” contou com sessões de gravações também no Fábrica Estúdios e Das Cavernas em Recife, além da mixagem no Studio Mundo Novo sob o comando de Buguinha dub e masterização de Gustavo Lenza, nos Estúdios da YB!. 

1. Bem Melhor
2. Melo do Meninão
3. Cumbia da Praia
4. O Gole
5. Primeiro Plano
6. Lua
7. A Gringa
8. E então
9. Fui Humilhado
10. Berlinman
11. Filhinho
12. Lágrimas
13. Tapete Vermelho
14. Praia da L

DownloadOlidance (2010).rar
Link Alternativo (2011): Olindance (2011)




quarta-feira, 24 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Fela Kuti - Fela Fela Fela (1969)



O estilo musical de Fela Kuti é chamado Afrobeat, o que essencialmente é uma fusão de jazz, funk e cantos tradicionais africanos. Possui percussão de estilo africano, vocais e estrutura musical que passa por jazz e seções de metais funky. O "endless groove" também é usado, com um ritmo básico com baterias, muted guitar e baixo que são repetidos durante a música. Essa é uma técnica comum na África e em estilos musicais influenciados por ela, como o funk e o hip-hop. Alguns elementos presentes nas músicas de Fela são chamados de call-and-response (chamada e resposta) com o coro e alguns simples mas significativos rifes. A música de Fela quase sempre tem mais do que dez minutos, alguns atingindo a marca de vinte ou trinta minutos. Essa é uma das muitas razões que sua música nunca atingiu um grau de popularidade substancial fora da África. Sua música era mais tocada em línguas nigerianas, além de algumas músicas tocadas em ((Yoruba)). Os principais instrumentos de Fela, era o saxofone e o teclado, mas ele também tocava trompete, guitarra e ocasionalmente solos de bateria. Fela se recusava a tocar músicas novamente após já tê-la gravado, o que por sua vez retardos sua popularidade fora d África. Fela era conhecido por sua performance, e seus concertos eram tidos como bárbaros e selvagens. Ele referência sua atuação como um jogo espiritual underground.


1. My Lady Frustration
2. Viva Nigeria
3. Obe
4. Ako
5. Witchcraft
6. Wayo
7. Lover
8. Funky Horn
9. Eko
10. This is Sad



Download: Fela, Fela, Fela


sábado, 6 de novembro de 2010

Cohen e Marcela: Mim, Um Disco Romântico



Cohen e Marcela em: ‘Mim, um disco romântico’.
A dupla surgiu da parceria entre a baiana Marcela Bellas e o paulistano Daniel Cohen. Tendo o amor como tema principal, as músicas refletem a empatia imediata que fez nascer a amizade entre eles: “O disco narra o cotidiano de um casal, amando na cidade, nos parques, no metrô, em passeios de bicicleta…Dessa mistura inesperada de concreto e mar, surgiu uma música urbana e praieira”, diz a baiana.
Influenciados pela música dos anos 60, 70 e 80, pelo amor cantado por Marina Lima e Herbert Vianna, e inspirados em duplas como Jane e Herondy, Leno e Lilian e Caetano e Gal, surgiu a vontade de gravar algo paralelo a seus projetos individuais (Marcela, com o comentado disc‘Será que Caetano vai gostar?’, lançado há um ano, e Daniel liderando a banda mão de oito, também na estrada com o EP ‘Vim’).
O resultado é uma música enxuta, minimalista e essencialmente brasileira, com toques marcantes de rock, jazz e pop. Com vozes em sintonia, ele na guitarra e ela nos teclados, o som da dupla se completa com o baixo de Samuel Bueno e a bateria de Marcos Magaldi. Produzido por Filipe Tixaman, o disco facilmente faz lembrar encontros, como os que acontecem na praça que separa as casas de Cohen e Marcela no bairro da Lapa, em São Paulo.
Bia Barreto



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Três Meninas do Brasil


Uma é maranhense, a outra carioca, a outra mezzo baiana, mezzo mineira. Juntas, Rita Ribeiro, Teresa Cristina e Jussara Silveira formam as Três Meninas do Brasil, uma viagem pela diversidade da música feita nos quatro cantos do país, com direção musical de Jaime Alem, maestro de Maria Bethânia há quase duas décadas. O espetáculo registrado no dia 24 de agosto de 2008, no Teatro Municipal de Niterói, sai agora, em CD e DVD, pela Quitanda, selo de Maria Bethânia.
As três cantoras – donas de longas e sólidas carreiras – dispensam apresentações. Jussara Silveira, mineira de nascimento, mas naturalizada baiana, passeia pelas nuances da canção popular mais sofisticada. Arnaldo Antunes a define como uma intérprete “de densidade emocional extrema, que não deságua em dramaticidade”.
A maranhense Rita Ribeiro traduz, em sua música, uma mistura de MPB, cultura pop e a chamada “música popular de raiz” - o que já lhe rendeu uma indicação ao Grammy Awards. Seu quarto e mais recente disco - Tecnomacumba – é um bem-sucedido mergulho nas influências das religiões africanas na música brasileira.

Já a carioca Teresa Cristina construiu sua premiada carreira na fronteira criativa entre as diferentes vertentes do samba e a música popular de raiz. É uma das mais elogiadas intérpretes do mestre Paulinho da Viola. O trabalho ao lado do Grupo Semente teve forte influência na revitalização da Lapa carioca. Pelo seu segundo cd "A vida me fez assim", Teresa Cristina ganhou o prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte. 


A semente de Três meninas do Brasil nasceudo interesse de Teresa Cristina e Rita Ribeiro em compor algumas canções em parceria. Já nos primeiros encontros das duas, surgiu a idéia de um show em trio e a decisão de convidar Jussara Silveira para ser o terceiro vértice do triângulo musical. “Além de gostar do trabalho delas, de ser fã mesmo, de admirá-las e respeitá-las como artistas, eu sou amiga de ambas, tenho intimidade e, por isso, sempre quis fazer algo junto com elas”, explica Teresa Cristina.

“Como Jussara e Teresa estavam ocupadas com outros compromissos, tomei a iniciativa de elaborar o projeto, marquei uma reunião com Teresa e convidei Jean Wyllys a formatar o projeto conosco”, continua Rita Ribeiro.

“Jean acabou assumindo a direção artística do espetáculo que originou estes cd e dvd, mas precisávamos de um diretor musical que traduzisse nossas convergências e divergências musicais. Aí, a Rita sugeriu o nome do maestro Jaime Alem e nós aprovamos na hora. E tivemos a sorte de ele aceitar”, completa Jussara Silveira. “Aceitei o convite porque reconheço o talento e a seriedade das meninas. E porque achei que o encontro delas seria lindo e memorável”, acrescenta o maestro.


O repertório do show reflete a diversidade cultural do trabalho das três cantoras e faz um passeio pela riqueza da música brasileira, colocando lado a lado clássicos com canções pouco conhecidas. Convivem em harmonia Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Antônio Vieira, Sérgio Sampaio, Carlinhos Brown, Zeca Baleiro, Chico Buarque, Caetano Veloso, Zé Ramalho e Tom Zé, entre outros. Há também composições próprias e um resgate de sucessos considerados mais populares, como Pôxa, de Gilson, e Impossível Acreditar Que Perdi Você, de Márcio Greyck.

O roteiro inclui ainda uma homenagem aos Tincoãs (grupo vocal composto pelos baianos Mateus, Dadinho e Heraldo que, nos anos 1970, fizeram relativo sucesso entoando músicas inspiradas nas religiões afro-brasileiras) e ao Trio Nordestino, também composto por três músicos baianos.
A banda pilotada pelo maestro Jaime Alem é formada por Rômulo Gomes (baixo e vocais), Cláudio Brito e Thiago da Serrinha (percussão), Marcelo Costa (bateria e percussão), além de Israel Dantas (violões, guitarra e cavaquinho). A direção do DVD é de Daniel Ferro e Rafael Mellin.



Download: Três Meninas do Brasil.rar